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riscos_e_rabiscos

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A Justiça é Cega... Já Diz o Ditado!

 

 

Como é possível ser-se tão frio e cruel? Onde está a humanização dos homens?

 

Mais um caso arrepiante decidido pela m*rda de tribunais que temos: o da menina russa, Alexandra.

Entregar uma criança a uma mãe – que é tudo, desde alcoólica, toxicodependente e irresponsável – que, segundo consta a tratava como lixo, é pensar nos interesses da criança acima de tudo?

Os senhores juízes, que eventualmente também terão filhos, não compreenderão que uma criança que viveu mais de metade da sua vida num país estrangeiro e com uma família afectiva, não pode ser entregue a uma família “estranha” como se tratasse de uma mala?

 

Fico cada vez mais triste e revoltada – enojada até ao vómito – com o desrespeito mostrado pelos nossos tribunais para com as crianças. Havia necessidade de causar um sofrimento atroz a uma criança de tão tenra idade? E as futuras consequências psicológicas? Será que pensam que estas crianças saem incólumes destas situações? Custava fazer uma integração gradual na sua família de sangue? Alguém averiguou “in loco”, ou fez uma avaliação real das condições onde a criança iria ser devolvida (sim, é este o termo pois a Alexandra de criança passou a ser objecto)?

 

Só para termos uma ideia da ingratidão desta m*rda de gente, podemos ver as infelizes afirmações da estúpida da irmã, a Valéria. Afirma que a família afectiva atribuiu epítetos à mãe como toxicodependente, bêbeda, etc.  E agora eu pergunto: não era óbvio no local onde ela vivia? Mas mais grave: afirma ainda que a família afectiva poderia utilizar a pobre Alexandra para venda de órgãos humanos ou para a pôr numa rede de prostituição.

O mais hilariante, e que até me fez engasgar com as gargalhadas, é o facto de dizerem que iam pedir uma indemnização à família afectiva por “danos morais”.

Em vez de agradecerem o acolhimento da tal família afectiva e estar muito bem caladinha, a menina Valéria ainda cospe no prato de comida que lhe deram.

 

Começam a ser demasiados casos de crianças entregues “à balda” às famílias biológicas. Cada vez acredito mais que, muitas vezes, as crianças são mais amadas por quem não lhe é nada do que muitos “pais” biológicos. O amor vem do coração, não da consanguinidade.

 

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